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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

RELEMBRANDO O OSCAR 2006

Assista nesta postagem um vídeo especial com os vencedores do Oscar 2006

Embora nas categorias dos intérpretes os prêmios tenham sido entregues a quem os merecia, o Oscar 2006 realmente surpreendeu na hora do anúncio do melhor filme do ano anterior. Nem a turma que produziu Crash – No Limite parecia acreditar que ganharam o prêmio máximo da festa. Há muito tempo não se via reações de surpresa tão agradáveis. Por outro lado, a Academia perdeu a chance de fazer história premiando um longa com temática homossexual. Esperava-se mais de O Segredo de Brokeback Mountain. Apesar de ter dado três prêmio à produção, o preconceito ainda estava presente em Hollywood. Clint Eastwood era o escolhido para entregar o prêmio de Melhor Filme, não só por ser um nome importante, mas também por ter vencido a mesma categoria um ano antes. Ícone dos filmes de caubóis, ele se recusou a ir a festa com medo de ter de chamar ao palco os responsáveis pela desconstrução dessa figura máscula que ele tão bem representou por anos.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

RELEMBRANDO O OSCAR 2005

Assista nesta postagem um vídeo especial com os vencedores do Oscar 2005

Em uma festa onde não havia uma superprodução na jogada, essa foi a chance do Oscar surpreender já que não haviam quase franco-favoritos e as outras premiações que acontecem sempre antes da noitada da Academia de Cinema estavam pulverizando seus prêmios e quase todos os filmes da safra estavam sendo lembrados em ao menos uma categoria. Aliás, em 2005 foi a primeira vez depois de muitos anos que todos os candidatos a Melhor Filme saíram da maior festa do cinema com uma categoria para chamar de sua.
Este ano também foi uma das raras vezes que o Melhor Filme não ganhou o recorde de estatuetas. Menina de Ouro ficou com um Oscar a menos que O Aviador, mas na hora de colocar na balança o menos venceu o mais. O longa de Clint Eastwood sobre uma mulher no boxe ganhou prêmios importantes, entre eles o de direção, enquanto Scorsese perdeu mais uma vez a estatueta e viu sua biografia sobre um excêntrico milionário se dar bem nas categorias secundárias, mas ainda assim seu longa sagrou-se um dos grandes campeões da noite. 

sábado, 18 de fevereiro de 2012

RELEMBRANDO O OSCAR 2004

Assista nesta postagem um vídeo especial com os vencedores do Oscar 2004

A edição 2004 do Oscar foi sem dúvidas uma das cerimônias mais chatas, mas também uma das mais corretas, desde o ano em que Titanic atropelou seus concorrentes. Os motivos são óbvios. O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei fez justiça aos dois longas da série que o antecederam e  faturou todas as onze categorias em que concorria. Melhor Filme pode até ser um prêmio discutível, mas todas as categorias técnicas que venceu foram merecidas, assim como Peter Jackson ser considerado o Melhor Diretor.
A certa altura da festa, tinha gente subindo no palco para agradecer não só os prêmios que sobraram, mas também por a saga dos Hobbits não ter sido indicadas naquelas categorias, entre elas as dos intérpretes. Quem ganhou já sabia que ia faturar, não surpreendeu ninguém. Aliás, como os discursos seriam destinados a mesma equipe de um mesmo filme em quase todas as ocasiões que alguém ia agradecer um prêmio, os próprios vencedores trataram de ser rápidos com os beijinhos e isso fez com que a cerimônia fosse um pouco mais curta que o habitual e sobrou até tempo para reunir os campeões da noite no palco para uma fotinho de recordação.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

RELEMBRANDO O OSCAR 2003

Assista nesta postagem um vídeo especial com os vencedores do Oscar 2003

A 75º edição do Oscar não reservou grandes surpresas. Desde o início da temporada de premiações tudo já estava meio decidido. Mesmo tendo O Senhor dos Anéis – As Duas Torres no páreo já se sabia que ele não iria surpreender positivamente. Em 2003, a saga de Peter Jackson conseguiu se sair pior do que no ano anterior, mas a Academia de Cinema também foi injusta com Frodo e sua turma. Por outro lado, ela foi muito boazinha com os fãs de cinema apresentando boa parte dos atores vencedores do Oscar das edições de anos anteriores. No palco, ao vivo, passado e presente se encontraram graças a mistura dos laureados que iam desde vencedores da década de 1930 até os ganhadores do ano corrente, incluindo artistas que abandonaram a carreira.

10 GRANDES FILMES DE MERYL STREEP

Não há dúvidas. Meryl Streep é sem dúvida uma daquelas atrizes que ficará na memória do público e crítica como uma das mais talentosas e versáteis intérpretes que o cinema já teve. Da comédia ao drama, ela simplesmente se entrega a seus personagens de tal forma que rapidamente enxergamos em cena criações totalmente verossímeis e a cada novo trabalho ela tem o poder de se transformar fisicamente, conseguindo inclusive ficar o mais próximo possível de personalidades reais como no caso da ex-primeira ministra britânica Margareth Thatcher que ela interpreta em A Dama de Ferro, seu grande trabalho de 2011. Aliás, pelo papel ela tem conquistado mais uma grande leva de prêmios e foi indicada ao Oscar pela 17º vez, um verdadeiro recorde e desta vez com chances de levar para casa sua terceira estatueta. No domingo, dia 12/02, ela recebeu uma homenagem no Festival de Berlim e ganhou um Urso de Ouro pelo conjunto de sua obra. Aproveitando seu grande momento profissional, relembre alguns bons trabalhos que marcaram a carreira desta verdadeira dama das artes dramáticas.
  

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

RELEMBRANDO O OSCAR 2002

Assista nesta postagem um vídeo especial com os vencedores do Oscar 2002

A premiação dos melhores títulos lançados no primeiro ano do novo milênio foi um misto de novidades, tradição e melancolia. Esta era a primeira cerimônia do Oscar após os ataques de 11 de setembro de 2001 e pairava no ar medo e tristeza. Fazer uma festa que exaltava principalmente a cultura americana quando uma tragédia local com projeção mundial ainda estava fresca na memória do público poderia não ser uma boa idéia e até os produtores do evento estavam preocupados com possíveis novos ataques em plena reunião de astros do cinema. Felizmente, nada aconteceu. Se alguém morreu foi de tédio, pois a 74º edição do Oscar foi uma das mais longas da história com quase quatro horas e meia de duração.

BEN AFFLECK, UM TALENTO A SER (RE)DESCOBERTO


Ele já se dedica a carreira de ator desde a década de 1980, mas até hoje ainda não tem o seu trabalho reconhecido de forma digna. É certo que Ben Affleck tem um currículo extenso, mantém uma média de três lançamentos anuais, alterna trabalhos alternativos com outros estritamente comerciais, além de se dedicar a dublagens vez ou outra. Seria seu excesso de trabalho seu pecado? O mais aceitável é que ele surgiu para o grande público sendo aplaudido e premiado pelo seu talento como roteirista e assim criou-se expectativa demais quanto a seus dotes para as artes cênicas. Nos últimos tempos nessa parte ele melhorou bastante ao mesmo tempo em que passou a se dedicar com sucesso a direção de longas-metragens. 
 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

ESQUECERAM DE... MINHA VIDA SEM MINHAS MÃES

Quando se fala em filme que tem como pano de fundo a Segunda Guerra Mundial, automaticamente nos vem a mente as imagens de sofrimentos, combates, mortos, feridos, tiroteios, bombas e conchavos políticos. Isso se deve ao fato dos inúmeros filmes que já trabalharam com a temática. Também é comum enxergarmos os fatos da época através do olhar americano, já que os EUA é um dos países que mais produz obras calcadas no tema. Felizmente, existem cineastas e produtores que preferem ver estes tempos difíceis por uma ótica mais branda, pelos olhos inocentes das crianças, mas este viés também já rendeu demais. Para quem gosta de histórias que retratam o período, mas está cansado da mesmice, que tal procurar títulos do mesmo tipo em filmografias de outros países? Uma boa pedida é Minha Vida Sem Minhas Mães (2005), um belíssimo trabalho da Finlândia.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

FACE A FACE COM A INOCÊNCIA


Os horrores da guerra vistos através do olhar inocente das crianças é algo comum no cinema. São vários os exemplos de filmes que emocionaram o mundo com essa fórmula, mas aparentemente as obras que misturam tempos difíceis com o universo infantil passaram a não ser bem vistas pela crítica que as consideram produções manipuladoras feitas sob medida para levarem os espectadores ao choro fácil, recheadas de clichês e que não acrescentam nada de novo em relação a tantos outros títulos que se dedicam a falar sobre guerrilhas. O período do Holocausto, durante a Segunda Guerra Mundial, quando milhares de inocentes foram mortos e muitos sem saber ao menos o motivo, tornou-se uma fonte inesgotável de matéria-prima para a indústria cinematográfica e o tema já foi exposto de diversas maneiras e enfocando o seu impacto em várias partes do mundo. Em 2008, O Menino do Pijama Listrado apostou em viés semelhante ao de A Vida é Bela: uma criança em meio a um mundo em conflito, mas sem desconfiar de todas as atrocidades que ocorrem a sua volta. Na Alemanha de meados da década de 1940, um oficial nazista (David Thewlis) assume um cargo em um campo de concentração e isto faz com que sua família deixe Berlim e se mude para uma área desolada onde uma criança pequena não tem muito que fazer para se divertir. Ao explorar o local, Bruno (Asa Butterfield) conhece Shmuel (Jack Scanlon), um garoto judeu aproximadamente de sua idade que sempre está com uma roupa listrada e isolado do outro lado de uma cerca. Bruno passa a visitá-lo frequentemente, surgindo entre eles uma amizade, mas o alemãozinho nem imagina o que se passa naquele local e muito menos dentro de sua própria casa. Sua mãe (Vera Farmiga) faz de tudo para esconder a verdade do filho, mas seu pai não se importa em ser cruel com as pessoas que cercam a casa deles e não pensa nas consequências de seus atos. Porém, como diz o ditado, aqui se faz, aqui se paga.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

O ARTISTA É O GRANDE VENCEDOR DO BAFTA 2012


Faltam exatamente duas semanas para o Oscar e ao que tudo indica o filme que se consagrará na noite do dia 26/02 será O Artista. Faturando praticamente todos os prêmios aos quais é indicado, o longa francês ganhou no dia 12 do mesmo mês sete troféus no BAFTA, o Oscar britânico, considerado nos últimos anos como um importante termômetro para medir a aceitação dos principais títulos da temporada de premiações. Faturou prêmios importantes, incluindo Melhor Filme, e também se destacou em categorias secundárias. Já a animação Rango venceu mais um prêmio e caminha para ser realmente o desenho que marcou o ano de 2011.

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