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sábado, 11 de fevereiro de 2012

EM CARTAZ... O LEGADO BOURNE


Demorou, mas agora está cada vez mais perto a chegada do aguardado O Legado Bourne, o quarto filme da série que era estrelada por Matt Damon. Desta vez Jeremy Renner, de Atração Perigosa, será o protagonista, mas não espere uma sequência da trilogia que fez sucesso na década da passada e nem mesmo um longa baseada em eventos anterioses a esses capítulos. O diretor Tony Gilroy, o mesmo dos filmes anteriores da série, disse que é um novo personagem e um ambiente diferente. Provável que já esteja pensando em uma possível nova trilogia. O cartaz de divulgação já deixa bem claro que a principal novidade da produção é a mudança do ator principal. A estréia americana está prevista para a primeira semana de agosto e o longa deve chegar aos cinemas brasileiros em meados do mesmo mês.

HOMENAGEM AO CINEMA À FRANCESA

Chega até a ser contraditório. Em plena época em que muitos cineastas, produtores e estúdios estão investindo pesado em histórias mirabolantes ou tecnologias de ponta e efeitos 3D para atrair o público de volta as salas de cinema ou até mesmo para injetar algo a mais na campanha publicitária de produções deficientes, muita gente do meio cinematográfico está se unindo ao coro de críticos do mundo todo para exaltar O Artista (2011), uma surpreendente obra com tom nostálgico que teria tudo para ser pisoteada por onde passasse. Isso na base do preconceito é bom deixar claro. Só vendo para crer no que este trabalho significa, principalmnete na modernidade em que a arte cinematográfica está tão debilitada e requentada.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

VEM AÍ... DE PERNAS PRO AR 2


Depois do sucesso que Tony Ramos e Glória Pires conseguiram nas férias de verão de 2006 e 2009, respecivamente com Se Eu Fosse Você e sua continuação, parece que o cinema nacional gostou da idéia de começar o ano novo apostando alto. Geralmente a divulgação de tais títulos começa dois meses antes para aguçar o público e a estratégia funciona. Milhões de espectadores comparecem aos cinemas e prestigiam o cinema nacional e assim também ocorreu com De Pernas Pro Ar. Lançado nacionalmente no último dia de 2010, o longa ultrapassou a marca de três milhões de ingressos vendidos e uma continuação já estava nos planos. Com estréia prevista para 25 de dezembro deste ano, De Pernas Pro Ar 2, protagonizado por Ingrid Guimarães e Maria Paula, será rodado em Nova York entre abril e maio e ganhará o reforço de Heloísa Perissé no elenco. Apesar da data estipulada, um adiamento da estréia pode acontecer devido ao pouco espaço de tempo para a finalização do filme e até mesmo porque pode haver a concorrência pesada de um outro produto nacional na praça: a terceira parte das confusões de troca de corpos comandada por Daniel Filho. Embora este projeto ainda não tenha saído do papel, já circularam notícias de que seu lançamento seria no início de 2013. Vamos aguardar.

10 GRANDES FILMES DO EXCÊNTRICO DIRETOR TIM BURTON

O cineasta Tim Burton é uma das mentes mais criativas que o cinema americano já teve. Desde sua estréia como diretor seu apreço por histórias de horror e por um tipo de humor peculiar estiveram acompanhando a sua filmografia, mas vez ou outra ele surpreende demonstrando uma imensa sensibilidade também para o drama. Melhor ainda quando ele pode unir tudo isso em um mesmo trabalho como fez em Edward Mãos de Tesoura. Todos os seus filmes parecem carregar a assinatura do mestre das excentricidades e transparecer o amor que tem pela sua profissão, desde quando usou efeitos caseiros para criar cenas magníficas para Os Fantasmas se Divertem, considerado seu primeiro grande projeto, até quando se rendeu aos apelos da indústria hollywoodiana e testou a modernidade do 3D para sua visão do conto Alice no País das Maravilhas, diga-se de passagem, um filme que não agradou muito. Criaturas bizarras, outras oníricas, fantasmas, super-heróis, seres vingativos, extraterrestres e até defuntos alegres e divertidos, tem de tudo na filmografia deste diretor. Não a toa ele foi o diretor que levou para o cinema a história de Ed Wood, um entusiasta da sétima arte que adorava bizarrices, mas que só teve seu trabalho reconhecido após a morte. Felizmente, Burton em vida teve seu trabalho bem avaliado por público e crítica, embora seja sempre ignorado pela Academia de Cinema que até hoje não lhe concedeu um Oscar. Veja abaixo dez grandes títulos de seu currículo. 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O CINEMA REDESCOBRE GLENN CLOSE


Ela é lembrada como uma das maiores atrizes que o cinema já teve, por suas atuações de mulheres más ou amarguradas e também por ser figurinha fácil entre as candidatas ao Oscar e a outras premiações na década de 1980, mas, depois de muitos anos de lançamentos de filmes seguidos, Glenn Close foi pouco a pouco diminuindo seu ritmo de trabalho até que suas aparições se tornaram muito raras. Por vontade própria ela tomou essa decisão, mas provável que a falta de oferta de bons papéis para mulheres maduras também a tenha influenciado. Felizmente, em 2011 ela voltou aos holofotes com um papel atípico em seu currículo e sua carreira ganhou novo ânimo.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ESQUECERAM DE... LADRÃO DE SONHOS

Cada país pode e deve produzir os mais variados estilos de filmes, mas sem querer um ou mais deles acabam se tornando a marca registrada do cinema local. Por exemplo, a cinematografia francesa é muito lembrada pelos romances ligeiros ou dramas pesados, mas garimpando sempre é possível encontrar algum tesouro esquecido nesta filmografia. Uma das obras mais destacadas dos últimos tempos do cinema francês foi O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, uma obra que rompe com estilos narrativos convencionais, além de apresentar inovações no processo de edição e o uso de muitas cores em seus cenários e paisagens. Dirigido por Jean-Pierre Jeunet, certamente o cineasta trouxe para este seu trabalho muito do que aprendeu trabalhando ao lado do diretor Marc Caro. Juntos eles revolucionaram a maneira de fazer filmes na França trabalhando com enredos e visuais criativos capazes de deixar até o excêntrico Tim Burton com inveja. Uma prova disso está em Ladrão de Sonhos (1995), uma fábula infanto-juvenil com toques sombrios, mas ainda assim um tanto onírica.
 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

QUERIDA CHEGUEI!



O título deste texto é retirado de um seriado de muito sucesso da década de 1990 protagonizado por uma família de dinossauros bonzinhos, mas cai como uma luva para explicitar o espírito da imagem em destaque, do filme em si e até para apresentar seu criador. The Evil Dead ou em bom português A Morte do Demônio (no Brasil os dois títulos estão sempre lado a lado) se tornou o cartão de visitas do diretor Sam Raimi. Atualmente ele é um profissional muito competente que Hollywood tratou de abrigar com toda a pompa e conforto possível, principalmente depois do mega sucesso da franquia Homem-Aranha nos anos 2000, mas seu início de carreira foi bem diferente. Ele não nasceu em berço cinematográfico, mas sempre gostou muito da sétima arte e desejava fazer parte desse mundo onde tudo é possível, inclusive ressuscitar mortos e falar com o coisa ruim em pessoa (ou quase isso). Ainda adolescente, ele se uniu ao colega Bruce Campbell, que interpreta o protagonista Ash na fita, e juntos escreveram o roteiro, trataram da produção e de levantar dinheiro para fazer um filme de terror. Em 1981, após cerca de quatro anos de contratempos, o longa finalmente ficou pronto, mas os dois jovens talvez nem desconfiavam que tinham acabado de realizar um marco na história do cinema, um legítimo trash movie com qualidades. Sim isso mesmo. Existem coisas positivas nesta produção, embora o roteiro não seja nada criativo.  Um grupo de jovens aluga uma casa de campo para curtir um final de semana, mas quando chegam ao local descobrem que escolheram uma cabana bem capenga no meio do mato, porém, decidiram ficar. Para passar o tempo, eles começam a explorar a casa e acabam encontrando um livro macabro escrito com sangue chamado “Necronomicon” junto com uma fita de áudio (as novas gerações nem devem conhecer isso) com a gravação de um historiador que leu um dos trechos da publicação. As portas do inferno então se abrem e um por um os jovens vão sendo possuídos, a matança começa e só um deles sobreviverá.  Esta premissa gerou um perturbador produto que garimpou seu espaço graças aos festivais dedicados a produções amadoras, de terror e afins, assim chamando a atenção de grandes produtores e distribuidores que decidiram lutar para colocar o projeto em circuito comercial e investir no promissor cineasta, tanto que o longa gerou outras duas continuações tão toscas quanto o original, embora nelas já existisse capital hollywoodiano inserido.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

10 DESENHOS APAVORANTES DE SCOOBY-DOO E SUA TURMA

Scooby-Doo é um personagem criado em 1969 pelo desenhista Iwao Takamoto e produzido pela Hanna-Barbera, a grande produtora de desenhos para a TV daquela época. Salsinha, Daphne, Fred e Velma são seus companheiros de aventura e juntos formam a Mistério S.A., um grupo especializado em desvendar casos misteriosos, mesmo que eles sejam do além. Os anos foram passando e a série animada foi sendo renovada, inclusive ganhando a versão juvenil dos personagens, mas sempre a fórmula consagrada foi mantida: eles são chamados para solucionar um caso em lugar misterioso e que sempre tem personagens esquisitos ou que guardam segredos, mas no final um deles é revelado como o vilão atuando sob uma fantasia e mascarado. Quase meio século depois de sua criação, este desenho continua divertindo a criançada e vira e mexe algum novo longa-metragem que mistura humor e terror é lançado em DVD. Veja abaixo dez títulos de arrepiar de Scooby e sua turma.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

GEORGE CLOONEY, SUCESSO NA FRENTE E ATRÁS DAS CÂMERAS


Ele ganhou fama mundial graças a um seriado de televisão, mas logo o cinema tratou de aproveitar seu sucesso, mas quem tem pressa come cru. Foi preciso alguns anos para chegar a maturidade da carreira, na verdade bem poucos, mas quase que George Clooney se tornou um mico da história do cinema e chegou a ser apontado como o responsável pelo fracasso de uma das franquias da sétima arte mais rentáveis da década de 1990. Felizmente, ele foi esperto e sabia que seu charme que tanto chamava a atenção da mulherada (e ainda continua) não seguraria sua carreira. Hoje seu talento é reconhecido tanto como ator, como também diretor, produtor e roteirista.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

ESQUECERAM DE... MORTE NO FUNERAL

Todos sabem que muitos filmes excelentes ficaram esquecidos na transição do VHS para o DVD e até hoje continuam fora do mercado, mas até mesmo no formato mais moderno muitas produções foram lançadas e rapidamente esquecidas, porém, injustamente. Esse é o caso de Morte no Funeral (2007), uma comédia muito divertida e que tem certo ar nostálgico por investir em situações de humor envolvendo um evento que reúne uma família bem numerosa e cheia de segredos, um tipo de enredo cômico muito comum em décadas passadas. É como se assistíssemos as férias frustradas do ator Chevy Chase só que aqui o cenário é o de um velório e os protagonistas são ingleses e com piadas concentradas na ponta da língua ao invés de investirem no humor de caras e bocas tão comum no cinema americano. Aliás, Hollywood não pode ver algo dando certo de outro país que logo corre atrás para adquirir os direitos de uma refilmagem, mas neste caso a cópia é um verdadeiro desastre e mais parece um episódio esticado de um seriado babaca. Prefira o original.

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