Em 15 de abril de 1912 acontecia um dos maiores acidentes marítimos de todos os tempos. O mais luxuoso transatlântico construído até então naufragava após colidir com um iceberg. Durante os anos seguintes, muitos pesquisadores e historiadores passaram a fazer constantes mergulhos em busca do menor detalhe que pudesse ajudar a recontar como foi a primeira e única viagem do Titanic. De tempos em tempos novas evidências e achados sobre o naufrágio surgiam e aguçavam equipes de cinema e televisão que investiram em longas-metragens e documentários, mas foi James Cameron que criou a versão definitiva para documentar este fatídico episódio. Titanic (1997) bateu recordes de bilheteria, de tempo em cartaz, de venda de VHS e DVDs, de prêmios e até a trilha sonora somou lucros à produção. Agora este clássico recente do cinema está de volta as telas dos cinemas.
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domingo, 15 de abril de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
JOGOS DE MARKETING?
Hollywood há tempos se apóia em franquias de sucesso para garantir seus lucros e até para poder ter caixa para cometer alguns excessos investindo em projetos alternativos e arriscados. Em um passado recente, encheu os cofres de algumas empresas com as bilheterias e vendas de DVDs e bugigangas das trilogias O Senhor dos Anéis e Homem-Aranha. Em 2011, foi a vez de se encerrar as aventuras do bruxinho Harry Potter após uma década de sucesso e a saga Crepúsculo caminha para seu desfecho em breve. Sempre atentos, os produtores e investidores já investigam novas opções para não deixar o mercado esfriar e o público órfão, principalmente os adolescentes que tanto prezam por esse tipo de produções. Eles assistem várias vezes o filme no cinema, depois alugam outras tantas, compram o DVD repleto de materiais extras e sempre poupam dinheiro para adquirir camisetas, pôsteres e demais produtos que possam surgir para prolongar um pouco mais a vida dos personagens que os conquistaram. É pensando nisso que surge agora Jogos Vorazes (2012), que promete ser mais uma franquia a marcar época e render rios de dinheiro. Porém, este lançamento traz um pouco de esperança para aqueles que acham que o cinemão americano está no fundo do poço. É possível sim fazer um filme estilo blockbuster e que não seja uma bobagem qualquer.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
HOMENAGEM AO CINEMA À FRANCESA
Chega até a ser contraditório. Em plena época em que muitos cineastas, produtores e estúdios estão investindo pesado em histórias mirabolantes ou tecnologias de ponta e efeitos 3D para atrair o público de volta as salas de cinema ou até mesmo para injetar algo a mais na campanha publicitária de produções deficientes, muita gente do meio cinematográfico está se unindo ao coro de críticos do mundo todo para exaltar O Artista (2011), uma surpreendente obra com tom nostálgico que teria tudo para ser pisoteada por onde passasse. Isso na base do preconceito é bom deixar claro. Só vendo para crer no que este trabalho significa, principalmnete na modernidade em que a arte cinematográfica está tão debilitada e requentada.
domingo, 30 de outubro de 2011
ALEGRIAS E TRISTEZAS DE UM PALHAÇO
Em meio ao bombardeio de inovações tecnológicas e efeitos especiais de última geração que chegam aos nossos cinemas semanalmente, não é de se espantar que um simples filme brasileiro perca espaço, fique timidamente escondido em uma pequena sala em um complexo de shopping ou na pior das hipóteses fique restrito ao circuito alternativo e de arte. Ainda bem que existem apreciadores e realizadores para obras mais simplórias e com preocupação maior com o conteúdo, pessoas realmente apaixonadas pela sétima arte. É isso que o ator e diretor Selton Mello prova com a sua segunda incursão cinematográfica atrás das câmeras. O Palhaço (2011) é uma produção relativamente simples, mas que conquista a atenção dos espectadores com seu visual colorido e história emocionante e extremamente simpática, contando com diversas citações para homenagear aqueles que já trouxeram muita alegria ao público, como o quarteto dos Trapalhões.sexta-feira, 19 de agosto de 2011
TERRENCE MALICK E SUA OBRA-PRIMA MODERNA
Filmes que participam ou vencem festivais já chegam aos cinemas com uma bela propaganda e com um público cheio de expectativas. Quando há um elenco e diretor de peso e o apoio da mídia, principalmente da internet, a ansiedade pelo que está por vir é ainda maior. Recentemente tal movimento de divulgação ocorreu com Melancolia, de Lars von Trier. Agora, os holofotes estão voltados para Terrence Malick e o seu A Árvore da Vida (2011), um título poético para uma obra que destaca a contemplação. O enredo trata da relação entre pai e filho de uma família comum ao longo dos séculos, desde o Big Bang até o fim dos tempos. Assim, o diretor narra uma grande viagem pela história da vida e tenta desvendar seus mistérios ao mesmo tempo em que liga esses temas ao viés familiar mostrando os efeitos da natureza e da fé sobre um grupo de pessoas e sem se preocupar com a época em que a ação se desenvolve. Cada cena pode representar um período. Para alguns, esta narrativa é uma chatice só ou uma criação de algum maluco. Para outros, um verdadeiro espetáculo. Há aqueles que devem esbravejar que odiaram, assim como outros vão encher a boca para dizer que é o melhor filme que já assistiram. Uma coisa é certa: visualmente ninguém pode dizer que se decepcionou. Esse já é um passo para considerar este um dos melhores lançamentos dos últimos tempos, isso para quem é apreciador de um bom cinema.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
NOS TEMPOS DO SUPER-8
Há um clima de nostalgia no ar. Além dos clássicos personagens de quadrinhos continuarem ganhando as telas, como Capitão América e Lanterna Verde, Os Smurfs ressurgirem em grande estilo e muitas refilmagens estarem engatilhadas, como A Hora do Espanto e Footloose, agora está em cartaz Super-8 (2011), uma aventura fantasiosa que nos remete a grandes produções infanto-juvenis dos anos 80 e com um pé no passado desde seu título, uma referência a uma modelo antigo de câmera. Muitos cineastas usavam o aparelho na infância e adolescência para fazer filmes caseiros, inclusive Steven Spielberg e J, J, Abrams, produtor e diretor deste filme respectivamente. Aliás, esta obra é cheia de homenagens ao homem por trás de E.T - O Extraterrestre, o que confere um atrativo a mais para chamar a atenção dos adultos que certamente vão curtir reconhecer as referências e influências de outros títulos.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
O APOCALIPSE SEGUNDO LARS VON TRIER
Toda vez que um trabalho do cineasta Lars von Trier está sendo lançado gera expectativas e polêmicas e isso começa meses antes de sua estréia. Foi assim com Dançando no Escuro, Dogville, Anticristo e agora novamente com Melancolia (2011). Após a polêmica coletiva de imprensa que concedeu no Festival de Cannes, que resultou na expulsão do diretor do evento e nem o próprio elenco do longa concordou com suas declarações a respeito do nazismo, a obra correu o risco de ficar marcada por causa do episódio. Porém, este seu novo filme promete passar uma borracha nos mal entendidos do passado. Deve fazer muito sucesso no circuito de cinema alternativo e depois virar um produto cultuado por cinéfilos que certamente o procurarão nas locadoras e lojas especializadas, assim como existe demanda pelo restante da filmografia do dinamarquês, mas infelizmente ela não é correspondida devido a dificuldade em encontrar os DVDs.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
OS SMURFS ESTÃO DE VOLTA
Os grandes personagens do passado do cinema, da TV e dos quadrinhos vêm frequentando cada vez mais as telas grandes nos últimos anos e já não é nenhuma novidade se deparar com as novas gerações curtindo as mesmas atrações que seus pais idolatravam quando eram crianças ou adolescentes. A bola da vez são criaturas pequeninas e de coloração azulada que fizeram a alegria de muito guri na década de 80. Os Smurfs (2011) chega aos cinemas com muito tempo de atraso em relação a sua fase áurea. De origem européia, o desenho criado pelo belga Peyo no final dos anos 50 era simplório em seu visual e ingênuo em suas histórias e durante um bom tempo foi uma das atrações mais aguardadas do extinto "Xou da Xuxa" e se destacava em meio a enxurrada de produções da Hannah-Barbera que eram exibidas dentro do programa. O desinteresse chegou quando as animações americanas baseadas em gibis e jogos de vídeo game passaram a chamar mais a atenção com seu colorido extremo e ritmo ágil. Uma pena. Agora, o lançamento do longa metragem tenta resgatar a imagem dos personagens diretamente do fundo do baú televisivo para uma sobrevida na modernidade.
O FIM DE UMA DÉCADA DE MAGIA
A partir do ano de 2001, a história do cinema foi marcada por uma sucessão de filmes que uniam mistério, aventura e drama, mas que deixavam a fantasia falar mais alto. Porém, essas produções não eram pensadas exclusivamente para o público infantil, mas também para agradar aos adultos. O resultado foram dezenas de títulos que juntos renderam milhões nas bilheterias, no mercado de DVD e na venda de bugigangas, além de levar os fãs de volta as livrarias em busca das obras que originaram os longas metragens. Essa movimentação financeira e cultural que os mundos imaginários promoveram ao chegar nas telas do mundo todo não é nenhuma novidade, muitas outras obras fizeram o mesmo no passado, mas a última década intensificou essa corrente e a saga do bruxinho Harry Potter deu o ponta pé inicial. Agora com Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2 (2011) um ciclo termina ou pode ganhar sobrevida se alguém conseguir encontrar alguma coleção de livros que propicie o mesmo retorno que as publicações da autora J. K. Rowling.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
PIXAR FORA DE RUMO
A Pixar tem o poder do toque de Midas. Tudo que coloca a mão vira ouro. Bem, lucros certamente ela consegue facilmente, mas é bom não descuidar. Após mais de dez filmes bem sucedidos junto ao público e colhendo elogios e prêmios, com Carros 2 (2011), pela primeira vez, o estúdio está levando uns puxões de orelha por parte da crítica especializada e até do próprio público. Claro que é impossível nunca haver um escorregão na vida de uma produtora e a vez do estúdio de animação computadorizada chegou. Agora que a Disney e ela se uniram de forma definitiva e praticamente monopolizam o mercado de animação, esperava-se mais desta continuação do grande sucesso de 2006 que conquistou crianças e adultos. Lógico que ele não é um filme péssimo, mas em comparação aos outros títulos da companhia, inclusive o próprio original deste, deixa muito a desejar. O problema é que o roteiro enveredou pelo caminho das referências cinematográficas, misturando elementos de filmes sobre espionagem, como das franquias dos agentes Bourne e 007, adicionou termos e situações específicas do mundo das corridas automobilísticas que podem dispersar a atenção, mas adotou uma postura infantilizada. Assim, miraram para atingir dois públicos distintos ao mesmo tempo, mas não acertaram o alvo em nenhum. Ficaram no meio do caminho. Muito combustível para uma viagem que não sabe onde vai dar. É sempre bom lembar que são os filhos que obrigam os pais a assistirem o mesmo filme diversas vezes. Se não curtem, bilheterias menores são inevitáveis.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
ARTE E CULTURA EM PARIS
Mais uma vez ele está com trabalho novo na praça. O cultuado ator e cineasta Woody Allen parece uma máquina de fazer filmes e praticamente lança um por ano. Recentemente passaram nos cinemas brasileiros Tudo Pode dar Certo e Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos, ambos já disponíveis em DVD. Porém, esses dois títulos não chegaram a provocar nem um pouquinho da expectativa que Meia Noite em Paris (2011) gerou. O projeto já vinha sendo comentado há mais de um ano, o que é comum acontecer com os trabalhos do diretor, que é conhecido por reunir sempre um excelente elenco para interpretar suas histórias que geralmente circundam assuntos semelhantes, salvo raras exceções. Aqui um dos pontos a chamar a atenção é a presença da primeira-dama da França, Carla Bruni, apesar de ela não ser a protagonista, e o cenário escolhido como pano de fundo.
sábado, 21 de maio de 2011
O BOM E VELHO PIRATA
Em 2003, a Disney apostou todas as suas fichas em um projeto que poderia se tornar um sucesso estrondoso ou um retumbante fracasso. A primeira opção venceu com folga as expectativas. Criado a partir de uma das atrações temáticas dos parques da empresa, Piratas do Caribe - A Maldição do Pérola Negra se tornou um dos filmes mais bem sucedidos dos últimos tempos, desenterrou do fundo dos mares do esquecimento o gênero capa e espada em alto-mar e enriqueceu ainda mais a já bem-sucedida carreira de Johnny Depp, que criou um pirata com visual clássico, mas com certas particularidades que o tornam notório. O resultado é uma trilogia que arrecadou bilhões nos cinema e nas vendas de DVD e um punhado de indicações ao Oscar, incluindo a primeira de Depp. Portanto, um quarto episódio não é de se estranhar e pelo andar da carruagem, ou melhor, do navio, as coisas não devem parar após Piratas do Caribe - Navegando em Águas Misteriosas (2011).
sexta-feira, 29 de abril de 2011
RIO DE JANEIRO ANIMADO
O Brasil ganhou cores e movimento em desenho animado gringo. Ou melhor, parte do país. Rio (2011) é uma animação assinada por Carlos Saldanha, o diretor que fez sucesso em solo americano dirigindo a segunda e terceira parte de A Era do Gelo e co-dirigindo o simpático Robôs. Os bons resultados de seus trabalhos deram carta branca para um projeto bem mais pessoal, mas com a tarefa de também agradar crianças e adultos do mundo todo. A animação é lançada em uma excelente época, já que o Rio de Janeiro abrigará futuramente alguns jogos da Copa do Mundo e as Olimpíadas, assim a cidade está super visada. É até um ato de coragem um grande estúdio como a Fox liberar verba para um projeto que no fundo tem um tom de homenagem e poderia resultar em um grande fracasso por muitas pessoas torcerem o nariz por focar uma cidade brasileira. Os resultados positivos provam que o Brasil está avançando em diversos aspectos, inclusive no campo cinematográfico. O próprio Saldanha é cria nacional e importado para os states.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
A CINQUENTINHA
Fazer um desenho animado não é fácil. O que dizer então de realizar 50 animações? Pois a Disney alcançou essa inacreditável marca voltando as suas origens, mas com um toque de modernidade, com Enrolados (2010), um grande sucesso do período das férias escolares que está disponível para locação e venda. A contagem dos longas animados do estúdio não levam em consideração os lançados diretamente para uso doméstico, ou seja, que não passaram nos cinemas, e os da parceria com a Pixar, os quais a empresa só fazia a distribuição inicialmente. Desde Branca de Neve e os Sete Anões, da longínqua década de 30, o primeiro desenho animado de longa-metragem da história, já se percebia as características que marcariam o estilo Disney de fazer animação. Uma história baseada em um famoso conto de fadas, com mocinhos e vilões bem delineados, animais fofinhos e outros endiabrados com o poder de se comunicar pela fala, canções que ajudam no desenvolvimento do enredo e belos e perfeitos traços. A mistura desses ingredientes fez com que o estúdio do Mickey atravessasse o tempo com sucesso e cada vez mais ganhando a atenção e o carinho de novas gerações. O modelo foi copiado a exaustão por diversos outros estúdios que também realizaram belas obras, mas não atingiram o mesmo nível da concorrente. Curioso que algumas dessas empresas apostaram em uma nova receita para animações computadorizadas, deram certo e aí foi a vez da pioneira correr atrás das novas tecnologias para não ficar perdida no tempo.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
TRISTE RETRATO DE UMA GERAÇÃO
Um dos assuntos mais comentados da atualidade finalmente ganha um registro cinematográfico digno. Bullying - Provocações Sem Limites (2009) é uma produção espanhola corajosa que coloca o dedo em um ferida da sociedade apresentando um retrato cruel e digno do termo definir uma geração, cujos representantes estão cada vez mais arredios, irracionais, praticamente regredindo aos tempos dos homens das cavernas. Recentemente, muitas notícias de meninas agressoras também têm sido destacadas na imprensa do mundo todo. Não adianta dizer que o problema está longe de seu mundinho. Você pode não ser um agressor, tampouco uma vítima, mas com certeza deve conhecer alguém que sofre com isso, mesmo que em segredo. O longa aponta um caminho para o surgimento deste problema e encaminha ao menos para dois desfechos, porém, é certo que o tema é muito mais amplo e seria impossível trabalhar todas as possibilidade possíveis em um mesmo filme.
MUITO BARULHO POR NADA
Com uma passagem rápida e sem muito impacto pelos cinemas, Tron - O Legado (2010) chegou da mesma forma ao formato de DVD. Deve chamar a atenção da garotada vidrada em videogames e internet, mas é um título sem forte apelo ao grande público. Esta é a segunda parte de uma aventura futurista lançada em 1982, mas que é apenas um título curioso, longe de ser memorável.
Lançada praticamente trinta anos após o original, esta produção com a marca Disney não encontrou um grande público e tampouco foi um sucesso de crítica. A parte de efeitos visuais e sonoros é o que há de melhor, mas tem um certo ar de ultrapassado e quadrado demais. Depois que criações bem mais audaciosas foram feitas para filmes como Avatar, criar um espaço cibernético, uma realidade paralela, mas com visual já pré-definido pelos velhos jogos de videogames, é uma tarefa sem grandes complicações. Mas nada que tire o apelo visual desta obra. Os avanços na computação gráfica permitiram criar cenários e imagens inacreditáveis e a junção perfeita do que é virtual com atores de carne e osso.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
CHICO XAVIER, O RETORNO
Depois dos sucessos da cinebiografia Chico Xavier e de Nosso Lar, o longa inspirado em uma obra do médium, chega agora ao cinema As Mães de Chico Xavier (2010), mais uma produção para dar continuidade a linha de filmes espíritas iniciada em 2008 com Bezerra de Menezes. O filme estréia em uma data simbólica, às vésperas da data de aniversário do homenageado. Se estivesse vivo, Chico completaria 101 anos. Como tinha seu lanaçmento previsto para o ano passado, a produção foi escolhida para encerrar as comemorações do centenário do médium.A transposição de mais alguns episódios da vida do médium para o cinema segue a linha de suas obras psicografadas que são verdadeiros sucessos de venda até hoje. O que se pode esperar do filme é mais um longa emocionante e com mensagens reconfortantes. Sai Cristiane Torloni de cena, mas entram três mães desesperadas em busca de uma palavra do filho falecido ou para ter uma luz em um momento difícil interpretadas por Vanessa Gerbelli, Via Negromonte e Tainá Muller. Elas representam algumas centenas de mulheres que se consultaram com Chico durante a sua vida e que conseguiram ganhar forças para continuar a viver graças a ajuda dele.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A REDE SOCIAL, UMA REALIDADE OU UMA ILUSÃO?
Um mundo imaginário onde você conhece todo mundo e se sente super popular, mas no fundo está isolado em seu mundinho. Essa é a idéia básica de A Rede Social (2010), produção baseada em fatos reais acerca da vida de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg). Com apenas 19 anos de idade ele ficou milionário criando um dos maiores empreendimentos da história da internet, o site Facebook, que conta com mais de 500 milhões de usuários no mundo todo. Curiosamente, o próprio criador dessa teia de relacionamentos, dizem, é um ser com extrema dificuldade em se relacionar, tanto é que para ter o site ele conquistou diversos inimigos. É aí que entra o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield). Eles estudaram juntos nos EUA, eram amigos e criaram o site de relacionamentos, inclusive foi Saverin quem bancou o projeto. Outros também colaboraram com o empreendimento, mas no final apenas o nome de Zuckerberg era citado como responsável pelo site.terça-feira, 21 de dezembro de 2010
A VEZ DOS CATÓLICOS
Em 2010, o espiritismo tomou conta do cinema nacional e dois longas do gênero fizeram muito sucesso. Chico Xavier e Nosso Lar levaram milhões de brasileiros aos cinemas e para o próximo ano há outros títulos desse tipo na fila de espera para estrear. Mas como o Brasil é um país com muitos adeptos do catolicismo e até para aproveitar os festejos de fim de ano, estreou no último dia 17/12 o filme Aparecida - O Milagre (2010), que também deve fazer bonito nas bilheterias.A diretora do filme é a cineasta Tizuka Yamazaki, que é famosa por comandar muitos dos filmes de Xuxa, mas poucos sabem que ela também faz cinema de verdade enão apenas passatempos ligeiros. Ao situar o enredo na cidade sagrada de Aparecida, localizada no interior de São Paulo, a equipe de produção sabia que o longa tem potencial para levar milhares de devotos a assistir o filme e essa também é uma boa oportunidade de poder conhecer esse lugar tão famoso e respeitado.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
TROPA DE ELITE 2 NO TOPO
O cinema nacional está em festa! Em exibição nos cinemas desde meados de outubro, Tropa de Elite 2 (2010), de José Padilha, conquistou na última terça-feira, 07/12, o famigerado posto de filme mais visto da história do cinema nacional, desbancando do trono Dona Flor e Seus Dois Maridos, de Bruno Barreto, que ocupava a tão privilegiada vaga há 34 anos.
O filme baseado na obra de Jorge Amado conquistou um grande público, mas muitos alegam que isso só ocorreu porque eram outros tempos e as opções de lazer eram escassas. Repetir o feito era uma tarefa quase impossível, mas aconteceu. Mesmo enfrentando a concorrência de outros meios de diversão, pirataria e os blockbusters americanos, Tropa de Elite 2 chegou essa semana a impressionante marca de 10.736.995 espectadores, um total de quase 1,5 mil de ingressos a mais do que os vendidos por Dona Flor.
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